Trabalhador: na fábrica ou em home office, a força que move o país
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Trabalhador: na fábrica ou em home office, a força que move o país

Neste 1° de maio, a FIEMG reforça o seu compromisso de continuar defendendo medidas que visem à manutenção de empresas e empregos

1° de maio: Dia do Trabalhador. É dele que vem a força que move este país. A inteligência. A criatividade. A capacidade de vencer os desafios – que não faltaram nestes últimos meses, diante da pandemia do novo coronavírus.

Desde o começo da pandemia, o governo de Minas Gerais decretou a indústria como atividade essencial, o que permitiu que o setor não parasse de produzir itens fundamentais para a vida dos mineiros. Diante dos obstáculos trazidos pela pandemia, os trabalhadores da indústria seguiram firmes na fabricação de produtos como alimentos, medicamentos, energia e combustíveis.

São milhões de trabalhadores que continuam garantindo o abastecimento do país, adaptando-se a novas maneiras de executar suas funções – dentro das fábricas ou em home office.

Cláudio Henrique Damasceno Cabral é diretor-técnico do laboratório Globo. Ele não parou durante a pandemia. Muito pelo contrário. Cabral e os outros cerca de 400 funcionários da empresa continuaram trabalhando para garantir a produção e fornecimento de produtos fundamentais para a sociedade.

“Difícil pensarmos em home office já que somos uma empresa que faz parte da indústria farmacêutica. Tivemos que manter todos os empregados trabalhando presencialmente, garantindo a integridade física e mental de todos, sabendo que estão atuando em segurança”, diz.

Já para Flávia Bento, coordenadora da área de Educação do SESI-MG, foram grandes os desafios enfrentados em sua adaptação ao home office, principalmente na preparação dos 960 professores da rede de ensino da instituição. Bento destaca a essencialidade da Educação, que assim como a indústria, não pode parar. “Tivemos que nos adaptar, reinventar e aprender a trabalhar 100% a distância”, pontua.

Para o presidente da FIEMG, Flávio Roscoe, é compromisso da entidade continuar defendendo medidas que visem à manutenção de empresas e empregos. “A todos os trabalhadores de Minas Gerais, fica a homenagem e o profundo reconhecimento da FIEMG nesta data”, ressalta o líder empresarial.

Nesta segunda-feira, dia 3 de maio, o episódio do podcast “A hora da Indústria” trará um bate-papo entre o Cláudio e a Flávia. Eles vão falar sobre alguns dos desafios enfrentados pelos trabalhadores da indústria mineira neste último ano. Não perca!

Talita Boutros

Assessoria de Comunicação da FIEMG