FIEMG divulga pesquisa sobre o retorno das atividades presenciais
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FIEMG divulga pesquisa sobre o retorno das atividades presenciais

Em mais da metade das empresas que responderam o questionário, parte dos empregados ainda está em trabalho remoto (home office)

Com o avanço da imunização contra a Covid-19, as empresas estão se reorganizando para a volta dos empregados para os escritórios ou para evoluir no home office. Para entender o contexto atual das indústrias, a FIEMG elaborou um questionário onde as empresas revelaram como estão se organizando em relação ao trabalho (presencial, híbrido ou home office) e como projetam os próximos passos. 

Dentre as empresas que responderam a pesquisa, mais da metade (52,4%), os empregados estão em trabalho remoto (home office). Perguntadas sobre os critérios utilizados para manutenção do empregado em trabalho remoto, 34% responderam que as empregadas que estão nesta modalidade são gestantes. As empresas estão atendendo a Lei nº 14.151, que determina o afastamento obrigatório da gestante do trabalho presencial durante todo o período de pandemia. A legislação prevê que as atividades das gestantes podem ser exercidas por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma de trabalho a distância. Dentre as medidas apresentadas para o presidente da República, Jair Bolsonaro, em encontro na FIEMG nesta quinta-feira, 30/09, de melhorias para o ambiente de negócios no país, um dos pleitos é que a Previdência Social seja responsável por arcar com os custos da remuneração das empregadas gestantes, que não podem exercer suas atividades presenciais.

A pesquisa revela que em 75,72% das empresas, os empregados estão retornando ao trabalho presencial e em apenas 43,27% a volta ao trabalho presencial está vinculada à vacinação do empregado. Em 31,72% das empresas haverá flexibilidade entre o trabalho remoto (home office) e o presencial.

Clique aqui e confira a integra da pesquisa